'Quanto ao futuro, escreva da lápis.'





'geeeeeeeeente', como diz a Isa.
quanto 'tempo' e quanta coisa eu deixei por aqui..
os meus amores, as minhas dores, os sorrisos motivados por algo ou alguém que hoje, talvez não sejam mais responsáveis por certas 'interferências' no meu estado 'normal' de ser assim, um tanto quanto estranha..
Hoje faço por alguém o que, em tantas vezes que escrevi aqui, pensei em não mais fazer por ninguém. Em não mais gostar de alguém;
Venhamos e convenhamos que mudanças drásticas de atitude e sentimento podem não ser tão simples, mas não deixam de ser 'possiveis'. Foi complicado entender e 'canalizar' um amor, pra que ele me rendesse consequências boas, que me fizessem mudar de opinião em relação ao meu jeito de gostar de alguém.
Pois é! Eu e o meu jeito inconstante e confuso.
Talvez tenha chego a hora de voltar à realidade e trazer a tona tudo aquilo que antes me 'iludiu' com desejos e sonhos extremamente distantes e fora do meu alcançe. Trazer a tona tudo aquilo que eu quis e que agora não é mais 'querer', mas sim, 'viver'.
Em um dos posts passados, eu disse com todas as letras '..porque ainda é cedo pra viver um novo amor..' - Sim, era cedo demais. Dei tempo ao tempo, e me fiz capaz de viver, sem duvida, um novo amor.. Era cedo pra falar de amor pra alguém, por medo de 'cair' antes mesmo de 'levantar', medo de iludir a mim ou a a outra pessoa. Era apenas, medo. Hoje, o medo ocupa outros espaços, é preso a outras circunstâncias e anceios. O medo agora, é de perder esse meu 'novo amor' e, com motivos, me perder por isso. É um medo quase que infundado, sem razão..porém, consideravelmente normal pra quem ama.
Depois de um certo tempo sem escrever com as letras do teclado, mais nunca deixando de escrever nas ultimas folhas do caderno..eu poderia muito bem vir aqui e descontar nesse espaço em branco todos os meus erros, sonhos, vontades, medos..as perdas, as pedras no caminho, as dores, flores e dias de sol que me fizeram mais ou menos feliz nesse intervalo de tempo entre 'dois de novembro de dois mil e sete' e 'sete de fevereiro de dois mil e oito', mais não! Hoje não é um desses dias pra se pensar no passado.
O conselho é:
o futuro, escreva de lápis.

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Quinta-feira, Fevereiro 07, 2008